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terça-feira, 14 de julho de 2009

Penha



Terra do Beto Carrero World, Penha tem atrações como a bicentenária Festa do Divino, as construções históricas e belas praias. A cidade é a maior produtora brasileira de marisco. Além do turismo, a pesca e a maricultura são o forte da economia de Penha, que ocupa o primeiro lugar no Brasil no cultivo de marisco com uma produção de 3.500 toneladas anuais.

O turismo começou a ser explorado em Penha a partir da década de 1970, mas foi a criação do Parque Beto Carrero World, o maior centro de lazer da América Latina e o quinto do mundo, com 14.000.000m2 que colocou Penha nos roteiros turísticos de todo o País e da América Latina. Penha é também uma cidade de belas praias, algumas muito freqüentadas, outras quase agrestes.

A rede hoteleira de Penha ainda é tímida, mas multiplicam-se as casas de veraneio e outras formas alternativas de hospedagem. A maioria dos restaurantes é especializada em frutos-do-mar.




Fonte: Santur e Prefeitura

sábado, 11 de julho de 2009


Maior ilha oceânica do Brasil, Ilhabela é famosa pela prática de esportes náuticos, em especial a vela – os ventos constantes que sopram no Canal de São Sebastião tornam as praias da costa Norte perfeitas para a atividade. O charme também é característica marcante da região, reunindo aconchegantes pousadas, restaurantes, lojas de artesanato e cafés nas ruas no entorno da Vila, como é chamado o badalado centrinho, ponto de encontro de todas as tribos depois da praia.

Os ares paradisíacos da ilha ficam por conta dos cenários emoldurados por mar azul, montanhas cobertas com vegetação nativa de Mata Atlântica, cachoeiras - são mais de 300 – e praias de areias douradas e águas cristalinas como as badaladas do Curral e de Perequê. Os atrativos de Ilhabela, entretanto, vão além da natureza: concorridos eventos atraem profissionais e turistas que chegam no inverno para curtir a Semana Internacional da Vela, a maior do gênero realizada na América Latina e que acontece em julho; e o Festival do Camarão, com intensa programação gastronômica e cultural, em agosto.

Glamourosa, Ilhabela começa a apresentar, aos pouquinhos, uma outra faceta bastante diferente da sofisticação da Vila, porém, não menos fascinante. Na costa voltada para o mar aberto, freqüentada pelos surfistas, mergulhadores e aventureiros, ficam as praias mais selvagens da ilha, com acessos nada fáceis – e por isso, garantia de paisagens praticamente intocadas. Na praia do Bonete, uma vila de pescadores sem luz elétrica ou sinal de celular, chega-se depois de quatro horas de caminhada. Já para aportar na Baía de Castelhanos é preciso enfrentar os 22 quilômetros de uma estrada de terra ruim, chacoalhando dentro de veículos com tração nas quatro rodas. No caminho, porém, surgem cachoeiras de até 70 metros de queda com tobogãs e poços cristalinos capazes de fazer esquecer qualquer perrengue.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Praia de Maragogi

Rio de Maracujás ou Rio de Maruins (espécie de mosquito). Ninguém sabe ao certo o significado exato do nome em tupi, mas uma coisa é certa: Maragogi é o destino mais querido no roteiro da Costa dos Corais de Alagoas. Eqüidistante de Maceió e do Recife (são exatos 125 km vindo de uma ou de outra capital), pode começar a ser apreciado desde a estrada, com a vista dos coqueirais contornando a pista e a separando do mar.

Em Maragogi predomina o mar raso e transparente. Com suas galés - piscinas naturais formadas por corais que ficam a 6 km da costa, o lugar atrai a cada verão mais turistas em busca de muito sol e belezas naturais.

No passado, Maragogi se chamava Gamela e seu território foi disputado por portugueses e holandeses no século XVII. A praia também serviu de palco da guerra dos cabanos, que buscavam a independência do Brasil, entre os anos de 1832 e 1850.

Dos tempos históricos, sobrou a herança dos naufrágios, que podem ser vistos por mergulhadores da região. Aliás, a descoberta de moedas antigas durante escavações rendeu àquela área o apelido de "terra das botijas": uma referência aos potes de moedas de ouro do século XIX que podem ser apreciadas em museus locais.